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MXRF11 aprova oferta de até R$ 1,25 bi no Brasil

FII Maxi Renda recebeu registro automático da CVM para a 12ª emissão; subscrição começa em julho, com preço total de R$ 9,64 por cota.

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Os cotistas do Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário - FII, negociado na B3 sob o código MXRF11, aprovaram a 12ª emissão de cotas, em uma oferta pública primária que pode movimentar até R$ 1.249.999.986,97 no Brasil, caso seja exercido integralmente o lote adicional. A operação recebeu registro automático da CVM em 19 de junho de 2026, sob o nº CVM/SRE/AUT/FII/PRI/2026/210, segundo o anúncio de início da XP Investimentos.

A emissão prevê inicialmente 106.723.585 novas cotas, com montante de R$ 999.999.991,45, sem considerar a taxa de distribuição primária. O preço de emissão foi definido em R$ 9,37 por nova cota, e o preço de subscrição será de R$ 9,64, já somada a taxa de distribuição primária de R$ 0,27 por cota, equivalente a 2,89% do preço de emissão.

Oferta do MXRF11 amplia captação no mercado imobiliário

O lote adicional da 12ª emissão pode acrescentar até 26.680.896 cotas, equivalentes a R$ 249.999.995,52. Com isso, o montante total potencial da oferta chega a R$ 1.249.999.986,97, sem considerar a taxa de distribuição primária, conforme o prospecto definitivo divulgado em 19 de junho de 2026.

A oferta também admite distribuição parcial. Nesse caso, o montante mínimo previsto é de R$ 10.000.001,32, correspondente a 1.067.236 novas cotas, de acordo com o anúncio de início.

O Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário - FII tem CNPJ 97.521.225/0001-25, código B3 MXRF11 e ISIN BRMXRFCTF008. As cotas do fundo começaram a ser negociadas na B3 em 13 de abril de 2012, segundo o prospecto definitivo.

Como ficou a aprovação dos cotistas do FII MXRF11

A consulta formal aos cotistas foi enviada em 26 de maio de 2026 e encerrada em 10 de junho de 2026. O resultado registrou participação de cotistas representando aproximadamente 7,120% das cotas emitidas, enquanto o quórum qualificado exigido era de 25% das cotas emitidas.

Na votação, a matéria foi aprovada com 90,088% de votos favoráveis. Houve ainda 6,103% de votos contrários e 3,809% de abstenção, conforme o termo de apuração incluído no prospecto definitivo.

A cobertura do InfoMoney, publicada em 22 de junho de 2026, destacou que os cotistas aprovaram a oferta bilionária e que a captação pode chegar a R$ 1,25 bilhão com o lote adicional de até 25%.

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Calendário da subscrição e direito de preferência

A data-base para identificação dos cotistas com direito de preferência foi definida para 24 de junho de 2026. O período de exercício e negociação do direito de preferência na B3 e no escriturador tem início previsto em 26 de junho de 2026.

O período de subscrição tem início previsto em 1º de julho de 2026 e encerramento previsto em 27 de julho de 2026. O procedimento de alocação está previsto para 28 de julho de 2026, e a liquidação da oferta está prevista para 31 de julho de 2026.

O direito de preferência tem fator de proporção de 0,23187193114 nova cota para cada cota detida na data aplicável, com arredondamento para baixo em caso de fração. Para os investidores em geral, o prospecto estabelece subscrição mínima de 107 novas cotas, equivalentes a R$ 1.002,59 sem considerar a taxa de distribuição primária. A exigência não se aplica aos casos de direito de preferência, sobras e montante adicional, nos quais o prospecto informa que não há investimento mínimo.

Gestão, coordenação e destino dos recursos

A administradora do fundo é a BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, CNPJ 59.281.253/0001-23. A gestora é a XP Vista Asset Management Ltda., CNPJ 16.789.525/0001-98. A oferta tem a XP Investimentos CCTVM S.A., CNPJ 02.332.886/0001-04, como coordenador líder, e a Inter DTVM Ltda., CNPJ 18.945.670/0001-46, como coordenador contratado.

Segundo o prospecto, os recursos líquidos da oferta serão destinados à aquisição de ativos-alvo conforme a política de investimentos do fundo e ao pagamento de encargos, incluindo taxas de administração, escrituração e custos de eventuais aquisições.

Imóveis, fundos imobiliários e IPTU no radar do investidor

A operação do MXRF11 ocorre dentro do segmento de fundos imobiliários, um canal de investimento ligado ao mercado imobiliário brasileiro. Para o investidor que acompanha imóveis, renda e custos do setor, temas como aquisição de ativos, encargos operacionais e despesas associadas ao patrimônio imobiliário, incluindo IPTU quando aplicável aos ativos, seguem relevantes na leitura dos documentos da oferta.

Com registro automático já concedido pela CVM e calendário definido, a 12ª emissão do MXRF11 passa agora à fase operacional de preferência, subscrição, alocação e liquidação, nos prazos informados no anúncio de início e no prospecto definitivo.

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