






Imóveis comerciais somam R$ 13,1 bi no Brasil, mas juros freiam 2º tri
Imóveis comerciais movimentaram R$ 13,1 bilhões no Brasil no 1º semestre de 2026, mas o 2º trimestre recuou com Selic ainda alta.







Imóveis comerciais movimentaram R$ 13,1 bilhões no Brasil no 1º semestre de 2026, mas o 2º trimestre recuou com Selic ainda alta.







Radar 2026 mostra otimismo seletivo no mercado imobiliário do Brasil, com Fortaleza, Curitiba e Brasília em destaque nos lançamentos.







Crédito direcionado, que inclui habitação, cresceu 8% em termos reais em 12 meses até maio, ante 2% do crédito livre.







IFIX fechou junho em queda de 1,21% e acumulou alta de 1,46% no primeiro semestre de 2026, abaixo dos 11,12% de 2025.







Corretor CLT ganha em média R$ 2.386,30 no Brasil, mas uma venda urbana de R$ 500 mil a 6% pode render R$ 30 mil brutos.







Crédito imobiliário com recursos da poupança SBPE somou R$ 17,17 bilhões em maio de 2026, segundo melhor maio da série da Abecip.







FipeZAP de junho mostra alta nominal de 2,42% dos imóveis em 2026, abaixo da inflação usada no relatório, enquanto compactos lideram.







STJ suspendeu processos sobre Airbnb em condomínios no Brasil e deve fixar tese que afeta imóveis de curta temporada e investidores.







Caixa projeta alta de cerca de 30% no crédito habitacional em 2026, mesmo com Selic elevada e cortes mais lentos esperados pelo mercado.







Construção civil abriu 154.448 vagas formais no Brasil até maio, mas o mês teve o menor saldo de 2026, segundo Novo Caged e CBIC.







Ranking FipeZAP de junho/2026 teve apenas 9 cidades acima de 10% em 12 meses. Vila Velha liderou, com alta de 15,26%.







Condomínios 50+ avançam no Brasil com sensores, serviços e áreas de convivência, mas preço maior limita acesso a imóveis de longevidade.







CNJ tornou obrigatório o Constrijud para ordens judiciais sobre imóveis. Antigo Penhora On-line teve mais de 106 milhões de buscas em 2025.







Norte e Nordeste concentram 81,6% das 50 mil unidades do MCMV Rural selecionadas no Brasil, segundo portaria e balanço da Casa Civil.







Dívidas de condomínio levadas a cartório no Brasil saltaram 569% em 2025, com R$ 199,4 milhões encaminhados a protesto.







Comissão da Câmara aprovou substitutivo ao PL 942/2026, que autoriza porte de arma para corretores de imóveis registrados no Creci em serviço.







Estudo da FGV encomendado pelo Airbnb estima R$ 113 bilhões movimentados em 2025, em meio a novas disputas regulatórias sobre imóveis.







Data centers ampliam a disputa por terrenos no Brasil, com foco em energia, fibra óptica e áreas grandes diante de R$ 2 trilhões em investimentos digitais.







STJ manteve venda direta de imóvel penhorado por R$ 472,3 mil, apesar de falhas no rito do CPC, por não identificar prejuízo concreto.







STJ suspendeu a definição do Tema 1.183, que pode autorizar ou barrar penhora de bem de família por dívidas de associações de moradores.







Seleção da Zuk em junho reúne 1.045 lotes em 26 UFs, com bancos, imóveis ocupados e descontos de até 82% sobre avaliação.







Lançamentos de loteamentos caíram 23% no Brasil no 1T26, mas estoque também recuou. Loteamentos abertos foram 63,5% da oferta.







Aluguel residencial no Brasil subiu 0,85% em maio, com alta de 1,09% nos imóveis de 2 quartos e queda de 0,16% nos de 3 quartos.







CNJ regulamenta extratos eletrônicos no Registro de Imóveis e cria estatísticas para medir falhas, negativas e pendências no Brasil.







Selic ainda alta reduz a força da poupança e pressiona o funding do crédito imobiliário no Brasil, apesar do avanço pontual das concessões.







Selic caiu para 14,25% ao ano, mas financiamento imobiliário ainda não teve alívio automático. Corte de 0,25 ponto no crédito poderia incluir 215 mil famílias.







FipeZAP desacelera em maio, mas dez cidades do Brasil ainda têm alta de dois dígitos nos imóveis em 12 meses.







PL 231/2026 cria deveres de limpeza, cercamento e segurança para imóveis abandonados no Brasil, com multa e dívida ativa quando cabível.







Portaria abriu R$ 20,5 bi em crédito suplementar no Orçamento; R$ 20 bi vão para operações do Minha Casa, Minha Vida no Brasil.







Cotistas do MXRF11 aprovaram a 12ª emissão, que prevê captação inicial de quase R$ 1 bi e pode chegar a R$ 1,25 bi com lote adicional.







Poupança do SBPE teve entrada líquida de R$ 2,3 bilhões em maio no Brasil, mas acumulado de 2026 ainda mostra saída de R$ 29,2 bilhões.







Planos diretores em capitais do Brasil ampliam potencial construtivo, reduzem vagas e atraem o mercado imobiliário para áreas centrais.







IVAR da FGV subiu 0,33% em maio de 2026 e acumulou 5,42% em 12 meses, acima do IPCA e do IGP-M.







No Brasil, o IGP-10 caiu 0,30% em junho, mas o INCC subiu 0,92%, puxado pela mão de obra na construção residencial.







Levantamento reúne mansões de famosos à venda no Brasil, com anúncios de cerca de R$ 7,98 milhões a R$ 250 milhões.







Mesmo com Selic menor, alta dos juros futuros pode encarecer financiamento imobiliário e restringir crédito para imóveis no Brasil.







OUJP11 liderou os FIIs do IFIX até maio, mas cai cerca de 12,43% em junho após proposta de reorganização que pode liquidar o fundo.







Terras da SLC Agrícola foram avaliadas em R$ 13,5 bilhões no Brasil, mas hectare agricultável subiu apenas 1% em 2026.







Aluguel residencial anunciado subiu 8,68% em 12 meses até maio de 2026, contra 1,95% do IGP-M, segundo FipeZAP, FGV e IBGE.







IBGE aponta R$ 522,5 bilhões na construção em 2024, com 2,5 milhões de ocupados e salário médio de 2,1 mínimos.