






Porto Maravilha entrega 3,4 mil aptos no Rio, mas serviços atrasam
Porto Maravilha soma 3.385 apartamentos entregues e valorização de 54%, mas moradores cobram serviços, segurança e comércio no entorno.







Porto Maravilha soma 3.385 apartamentos entregues e valorização de 54%, mas moradores cobram serviços, segurança e comércio no entorno.







Radar 2026 mostra otimismo seletivo no mercado imobiliário do Brasil, com Fortaleza, Curitiba e Brasília em destaque nos lançamentos.







Antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças será convertido no Alma Mater Ipiranga, residencial de R$ 130 milhões com 51 unidades.







Senador Camará liderou a alta de imóveis médios no Rio, com valorização de 41,85% e tíquete médio de R$ 153.781, segundo a Loft.







Aeroclube chegou a R$ 9.044/m² em junho de 2026 e acumulou alta nominal de 41,0% em dois anos, segundo dados FipeZAP.







Novas linhas de metrô aceleram lançamentos de imóveis em São Paulo, mas verticalização se concentra mais em bairros de classe média.







Condomínios 50+ avançam no Brasil com sensores, serviços e áreas de convivência, mas preço maior limita acesso a imóveis de longevidade.







Belenzinho, SP reduz volume de lançamentos, mas vê avanço de imóveis mais caros e tíquete médio de R$ 572 mil no mercado secundário.







Antigo prédio do INSS no Centro Histórico de Porto Alegre foi selecionado para virar moradia popular com 207 unidades habitacionais.







Novas regras do Campo de Marte exigem análise de prédios em São Paulo e podem afetar adensamento, outorga e projetos habitacionais.







Metrô contratou estudo de R$ 1,62 milhão para mapear potencial comercial e imobiliário da futura Linha 22-Marrom até Cotia.







TJ-SP derrubou trechos da Lei 18.209/2024 que permitiam prédios privados sobre terminais e estações em São Paulo.







Planos diretores em capitais do Brasil ampliam potencial construtivo, reduzem vagas e atraem o mercado imobiliário para áreas centrais.







Prosai Parintins prevê saneamento, habitação e reassentamento, com investimento informado de R$ 728 milhões e revisão de carteira no BID.







São Paulo ampliou de 1.170 para 2.780 hectares a área apta à subvenção para retrofit residencial no Centro.







Vila de casas de 1937 foi demolida sem autorização válida na Vila Mariana, em São Paulo; Prefeitura embargou obra e aplicou multa.







Perus liderou a alta dos imóveis acima de 125 m² em São Paulo, com avanço de 113% e tíquete médio de R$ 2,03 milhões.







Em Itaquera, São Paulo, o m² saiu de pouco mais de R$ 2.700 em 2011 para R$ 6.129 em maio de 2026, mas barreiras urbanas persistem.







Prefeitura de São Paulo abriu PPMI para estudar arena de até 20 mil lugares e hub de inovação em área pública de 53.795 m² em Pinheiros.







Comissão da Câmara aprovou substitutivo que detalha quando imóveis abandonados e deteriorados podem ser classificados como subutilizados.







Lançamentos de loteamentos caíram 23% no Brasil no 1T26, mas estoques menores e Campinas em destaque sustentam tese de cidades médias.







Consórcio avalia 300 a 400 apartamentos no Terminal Luz e em área dos Correios para famílias deslocadas pelo Novo Centro Administrativo.







Grande Recife lançou 1.905 unidades verticais no 1º trimestre de 2026, alta de 67%, com 84,7% dos lançamentos no Minha Casa, Minha Vida.







Santana teve 954 lançamentos residenciais em 2025, alta de 41%, e ganha força com Campo de Marte e Cidade Center Norte.







Itapema recebeu licença para alargar a Meia Praia em até 60 metros, com obra de R$ 60 milhões e expectativa oficial de valorização dos imóveis.







Brasília lidera e Goiânia sobe ao 3º lugar no IDI Brasil do alto padrão, colocando o Centro-Oeste em dois dos três pódios nacionais.







Porto, Araés e Centro Norte tiveram valorização anual muito acima da média de Cuiabá no FipeZAP de maio de 2026.







Camargos liderou a alta do aluguel em Belo Horizonte e chegou a R$ 54,05/m² em abril de 2026, entrando no top 10 da capital.







Colinas de Camboriú projeta R$ 10 bilhões em VGV e aposta em menor densidade ao lado das torres de Balneário Camboriú.







Justiça fixa prazo até 7 de janeiro de 2027 para saída voluntária de 207 famílias da comunidade Menino Jesus, em São José dos Campos.







Justiça revogou liminar e liberou licença do Connect Square, residencial da Patrimar com 624 unidades no Buraco do Lume, no Centro do Rio.







MPF arquivou inquérito sobre casas em APP no Rio Preto e levou o caso para TAC de Reurb em Valença (RJ).







Nordeste vendeu 22.202 imóveis e lançou 19.789 unidades no 1º trimestre de 2026, mantendo a vice-liderança regional apesar da Selic alta.







Vereador Anselmo Pereira foi notificado pela Prefeitura de Goiânia para limpar 11 imóveis não edificados em três bairros da capital.







Linha Leste chega à Aldeota com 45% de execução e coincide com alta de imóveis no Centro e na Aldeota acima da média nacional.







Câmara do Rio aprovou o PLC Praça Onze Maravilha, com R$ 1,75 bi, mais de 37 mil moradias e debate sobre gentrificação.







Recife terá R$ 119,8 milhões para restaurar a antiga sede do Diario de Pernambuco e a Fábrica Tacaruna, dois imóveis históricos abandonados.







Brasília lidera o alto padrão no IDI pelo 2º trimestre seguido, e Goiânia sobe ao 3º lugar, reforçando o Centro-Oeste no mercado premium.







No Norte, o MCMV respondeu por 83% dos lançamentos residenciais no 1º trimestre de 2026, maior participação regional do país.







Estimativa aponta mais de 28 mil moradias em áreas de risco no Litoral Norte de SP, com mapas defasados em Ilhabela, Ubatuba e Caraguatatuba.